Consulta Continental MANI 2026 — Abidjan, 9–13 de março · Ler a Declaração

Sobre nós

Um movimento de movimentos, enraizado na própria história de África.

Quem somos, em que acreditamos e como servimos a Igreja africana.

O Movimento para as Iniciativas Nacionais Africanas (MANI) é uma rede de redes dedicada a catalisar as Iniciativas Nacionais Africanas e a mobilizar os recursos do Corpo de Cristo em África para o cumprimento da Grande Comissão.

O nosso propósito

O MANI existe para afirmar, motivar, mobilizar e ligar em rede os líderes cristãos, inspirando-os com a visão de alcançar os não alcançados e os menos evangelizados em África e no resto do mundo — através de investigação atualizada, relatórios e modelos, consultas e esforços de oração centrados na tarefa inacabada.

“…para que a África se encha do conhecimento da glória do SENHOR, como as águas cobrem o mar.” — Habacuque 2:14

Três convicções

  • A Igreja em África tem um papel crucial a desempenhar no cumprimento da Grande Comissão no século XXI.
  • A Igreja em África possui os dons ministeriais, os recursos humanos e os meios materiais para concluir esta tarefa em África e contribuir de forma significativa para a evangelização mundial.
  • Através da mobilização concentrada desses recursos, podemos unir-nos à Igreja global para alcançar “uma igreja para cada povo e o evangelho para cada pessoa”.

O que é uma Iniciativa Nacional Africana?

Uma Iniciativa Nacional é uma parceria evangelística no seio do Corpo de Cristo num determinado país — reunindo as principais denominações, igrejas locais e ministérios cristãos numa estratégia nacional de vários eixos: renovação, crescimento da igreja, discipulado e missões. Cada iniciativa assume a sua própria forma e nome: o Ghana Evangelism Committee, o Nigeria Finish-the-Task, o Finish the Task Kenya, o Target 2000 no Zimbabué, o Disciple Namibia Movement e outros.

O seu alcance final é o país inteiro — “toda a Igreja levando todo o Evangelho a todo o ser humano em todo o país” — seguindo o modelo de Atos 1:8, de Jerusalém até aos confins da terra.

Princípios orientadores

Como o MANI funciona

Extraídos dos documentos fundadores do MANI, estes princípios moldam todas as parcerias que estabelecemos.

Primeiro, a igreja local

O MANI dá prioridade à igreja local africana, ajudando-a a assumir a responsabilidade por aquilo que precisa de ser feito em África.

Todo o Corpo de Cristo

Tudo o que vem de fora deve fortalecer as iniciativas nacionais e mobilizar todo o Corpo — e não apenas uma corrente dele.

Um movimento, não eventos

O MANI é um movimento de pessoas. Não se tornará um movimento orientado para eventos.

Sem dependência

Recusamos qualquer projeto que perpetue a dependência e o controlo externo. Os recursos vindos de fora são bem-vindos — aplicados segundo o nosso critério.

Parceiros como iguais

A Igreja africana atingiu a maioridade e relaciona-se com as organizações externas como iguais.

Defesa de causas e voz profética

O MANI defende causas no seio da Igreja africana e orienta os parceiros externos sobre como servir os seus objetivos.

Fortalecer, não controlar

Comprometemo-nos com aquilo que fortalece as iniciativas locais e capacita a Igreja africana.

Unidade do Corpo

Tudo se resume a capacitar verdadeiramente as iniciativas nacionais e a promover a unidade no Corpo de Cristo.

Como nos organizamos

Uma rede coordenada

O MANI é coordenado por uma equipa composta por um Coordenador Continental e por coordenadores regionais, que trabalham com coordenadores nacionais e facilitadores de rede.

Continental

Zela pela visão, planeia as consultas continentais, desenvolve políticas e garante a prestação de contas.

Regional

Cerca de 13 regiões, incluindo regiões da diáspora. Os coordenadores transmitem a visão e acompanham os líderes nacionais.

Nacional

Os coordenadores nacionais facilitam as iniciativas e lançam novas onde ainda não existem.

Redes

Redes ministeriais estratégicas — mulheres, crianças, oração, líderes emergentes, investigação e muito mais.

Caminhar com parceiros globais

O MANI mantém uma parceria de trabalho com a Association of Evangelicals in Africa e relaciona-se de perto com a WEA Missions Commission, o Lausanne Movement, a Great Commission Roundtable, a Third World Missions Association, o Joshua Project e o Operation World.